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ImPrEP Niterói: resultados e desafios

Além do pesquisador principal, a equipe ImPrEP conta com mais três médicos, uma coordenadora (também enfermeira do ambulatório), uma enfermeira assistente, dois aconselhadores, dois técnicos de enfermagem, uma farmacêutica, dois dispensadores, além de um educador de par, que atua nas ações externas junto às populações-chave do projeto.

 

“No total, somos 14 profissionais de saúde, além de duas secretárias que atuam no ambulatório, para o atendimento de 277 participantes do estudo ImPrEP e 362 usuários do PrEP SUS ”, complementa Tânia Rezende, coordenadora do estudo.

Ainda existem vários desafios a serem vencidos, de acordo com Cláudio. Um deles, o preconceito de alguns voluntários que não se sentem à vontade no ambulatório, já que no mesmo local são atendidas pessoas que vivem com HIV. “Outro desafio é a inclusão e retenção de pessoas trans, para as quais é necessário criar condições específicas de atendimento e acolhimento”, afirma o pesquisador.

Para 2020, a equipe ImPrEP espera poder aumentar do número de profissionais capacitados, descentralizar o atendimento para outras unidades de saúde sem perder a qualidade e ampliar a população com menor poder aquisitivo e grau de instrução.

 

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